terça-feira, 5 de junho de 2012
Resolveu manda-la pra mim , pra me confortar, brilha tanto quanto teu olhar, quando cantaava , e não me deixava chorar... Pareceu invão, eu to chorando, lembrando da canção... "Da janela lateral do quarto de dormir,Vejo uma igreja, um sinal de glória,Vejo um muro branco e um vôo pássaro,Vejo uma grade, um velho sinal. Mensageiro natural de coisas naturais,quando eu falava dessas cores mórbidas,Quando eu falava desses homens sórdidos,Quando eu falava desse temporal Você não escutou,Você não quis acreditar,Mas isso é tão normal,Você não quis acreditar ,E eu apenas era Cavaleiro marginal lavado em ribeirão,Cavaleiro negro que viveu mistérios,Cavaleiro e senhor de casa e árvores,Sem querer descanso nem dominical. Cavaleiro marginal banhado em ribeirão,Conheci as torres e os cemitérios,Conheci os homens e os seus velórios,Quando olhava da janela lateral Do quarto de dormir. Você não quis acreditar ,Mas isso tão normal ,Você não quis acreditar,Mas isso tão normal,Um cavaleiro marginal Banhado em ribeirão,Você não quis acreditar
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